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Vasto Mundo – Asia

Bom, chegou o pretexto pra proxima viagem: um casamento nepales!
Estamos, eu e uma amiga fotografa relatando a viagem em outro site, o Vasto Mundo
tem tb o Flickr

As escalas previstas sao: Istambul, Nepal, Tailandia, Laos, Cambodia, Indonesia e India
Vejo voces la

Aproveitando a ida para Miguel Pereira, dei uma esticada no Rio de Janeiro pra fugir do frio. Minha historia de amor com o Rio é antiga, foi a primeira viagem que eu fiz na vida, quando eu tinha 3 anos e depois com 17 foi a primeira viagem mais substancial que eu fiz sozinha, passei minhas férias lá turistando.

Como sempre vou pra lá não faço mais o turismo guia de turismo (vou falar sobre os pontos turisticos turistão no proximo post), acabo indo para lugares não tão divulgados ou pra lugares que os cariocas frequentam no dia a dia.

Dessa última vez, os destaques foram:

Praia e mirante do Leblon – nunca tinha ido pra praia do Leblon, é bem gostoso lá e o mirante é bom pra tomar aquela agua de coco de fim de tarde

mirante do Leblon

Gávea e passeios aleatórios – perdi o ponto do onibus q eu tinha q descer e acabei fazendo um tour pelos arredores do shopping Gávea, me surpreendi com os casarões que tem por lá, lindos e passei pelo instituto Moreira Salles (na proxima vez quero visitar).  Falando nisso, uma das coisas que eu gosto de fazer no rio é andar pela cidade de carro ou de onibus sem destino, porque a cidade é linda

Instituto Moreira Salles

Para comer:

Cafeína – fui apresentada a essa rede de cafés super bonitinha (tem no Leblon, Botafogo, Copacabana e Ipanema),  bom pra bater papo e comer o maravilhoso biscoitinho de nozes

Cafeína do Leblon

Pizzaria Guanabara da Lapa – ótima pra tomar um choppinho e a pizza (meia quatro queijos, meia palmito) tava uma delícia

Couve-flor – quilo chique no Jardim Botânico perto da rede Globo, tem muuuitas opções de salada, pratos quentes e ilha de sushi, crepes e massas. a comida é muito gostosa, mas a melhor parte foram o mousse de limão e o brownie da sobremesa (sempre tem uns macaquinhos engraçados e barulhentos andando nos fios de luz na frente do restaurante)

couve-flor cultura gastronomica

Delírio Tropical – fui no restaurante porque achei o nome fantástico e gostei muito do restaurante tb. eles se definem como um fast food natural, onde a salada é o principal (passando pelo balcão, primeiro o cliente escolhe quantas saladas quer – 1 a 3, depois se quer algum grelhado, quiche, crepe, depois a sobremesa e bebida) – adorei a salada Marcia Fu (brocolis, couve flor, cogumelo e azeitona)

delirio tropical de Ipanema

 Pena que não deu pra ir na ilha de Paquetá e na cachoeiras que tem no Horto, ficaram pra próxima

Vipassana Miguel Pereira RJ

ótima foto da reportagem O inimigo sou eu Época - André Valentim

Em julho fui no retiro de meditação vipassana em Miguel Pereira – RJ. O centro é bem legal, estilo meio rústico zen e apesar de ser na serra em julho não fez o frio montanhoso q eu esperava, em alguns dias fez até calor! Destaque para a cozinha, a comida era muito boa e tinha uma geléia de goiaba de manhã q era difícil não cobiçar.

O curso foi exatamente igual, mas o processo foi completamente diferente.Quer dizer, quase igual, porque dessa vez ouvi os discursos em portugues e é narrado por uma mulher (com voz de narradora de disco de história infantil!), a tradução é ok, mas perde metade da graça quando não é o Goenka contando as histórias, por outro lado algumas partes eu ouvi como se fosse a primeira vez q ouvisse, mas não sei se foi porque eu não entendi em ingles ou se porque é muita informação pra processar de uma vez só.

a sala de meditação - André Valentim/Época

Dica:
– Peça para o taxi fazer uma parada estratégica na ida em Morro Azul pra comer alguma coisa na padoca, no centro a unica refeição vai ser só as 6 da tarde.

Para mais informações sobre vipassana e calendário de cursos no Brasil e no mundo:  http://www.portuguese.dhamma.org

E aí vão alguns links de relatos legais:

Revista Época – a ótima reportagem O inimigo sou eu

blog Para ser zen – post A caminho 

blog Dona Didi – post Meditação Vipassana

Planeta Jota – Livres do sofrimento

Planeta Jota – Ver as coisas como elas são Daniela Morais

e dois dos meus preferidos:

Empresária Neurótica – Vipassana Experience

Aquele blog do Vipassana – O diário

Tô no Brasil, mas a Australia ainda surge em alguns momentos, ontem assisti uma animação autraliana muito legal que não deu tempo de ver lá, chamado Mary and Max. Rola um esquema esquisito meio a la Tim Burton e as reviravoltas na vida dos personagens as vezes fazem pensar e as vezes sao tao surreais que ficam engraçadas. Adorei!

Vera, mae da Mary

“o filme é baseado em fatos reais, sobre a amizade entre uma menina australiana de 8 anos e um novaiorquino de 44. Ela é gordinha, desajeitada, muito curiosa; sua mãe é uma alcoólatra depressiva e seu pai trabalha numa fábrica de pregar cordões nos saquinhos de chá. Ele é um senhor que sofre da Síndrome de Asperger, recluso em sua casa, seus pensamentos lógicos e seu vício em cachorro quente de chocolate (!). Ambos são cheios de pensamentos filosóficos sobre a vida, que só diferenciam-se pela diferença etária” (Cinepop)

A Toni Colette do Casamento de Muriel faz a voz da Mary e o Eric Bana dubla um grego (no The Castle ele faz um grego tb)

O trailler:

Mais sobre filmes australianos no post Filmes australianos

fase Brasil ativar!

poizé, voltei da Australia faz pouco mais de 3 meses, nesse meio tempo só um milhão de viagens ao fantástico mundo da minha imaginação nada postável, por isso o blog tá meio parado

passei mais ou menos um ano e seis meses bem bacanas lá, cheguei em setembro de 2008 e fui embora em abril de 2010, conheci bastante gente, vi muitos amigos irem embora até o dia q eu que fui embora

o Brasil é bom, mas dá uma saudade de lá ainda! no começo rolou aquela coisa meio perdida de olhar pro lado errado na hora de atravessar a rua, perceber que a cidade é suja e mau conservada (antes isso nem saltava aos olhos), falar sorry quando alguem esbarra em você e achar estranho a pessoa nao pedir desculpa também, pequenas coisinhas cotidianas

além dos grandes amigos que eu fiz lá, as coisas que eu sinto mais falta são: passar tempo ao ar livre (ficar a toa em espaços publicos, seja praça, parque, praia, zonas turísticas ou não), pensar a vida semanalmente (lá eu ganhava por semana, pagava aluguel por semana, achava bem bom pra me organizar) e a tranquilidade e segurança de andar sozinha na rua a noite sem me preocupar (para ter uma noção, os caixas automaticos de banco lá são ao ar livre, não tem guarita em volta). aí rola aquela saudadinha das comidas, pessoas diferentes, falar ingles, lugares que eu costumava ir, nada muito sério.

de onde para onde?

agora o blog vai entar na fase Brasil por alguns tempos, até o próximo destino se materializar, talvez entrem alguns posts sobre lugares que eu já fui pra matar saudade

viajando na maionese brasileira

Filmes australianos

Como presente de despedida, meu grande amigo australiano, o Nigel, me deu uma coleção de filmes australianos! Quando eu estava lá os filmes australianos não me chamaram muito a atenção, lembro de ver o trailler no cinema de um sobre  uma familia australiana que ia pra praia e quando eu tava indo embora lançaram o primeiro musical aborigene filmado em Broome, chamado Brand nue Day, com uma cantora australiana que eu adoro chamada Jessica Mauboy, esse teve uma divulgação bem forte, tava em todos os festivais de cinema ao ar livre, trailler no cinema, cartaz. Lembro bem vagamente de um cartaz de uma mostra de cinema aborigene também…


            teaser Brand nue day

Bom, eu já tinha visto no blog do Beto e depois o Nigel me indicou também o The Castle. Tive o prazer de assistir inesperadamente no onibus da Greyhound e o filme tem um humor estranhamento engraçado. Ele tem um estetica anos 90, é filmado em Melbourne, conta a historia da familia Kerrigan luta contra o governo que quer comprar sua casa para expandir o aeroporto. Totalmente recomendo, já assisti umas três vezes.


           visita de avaliação ao castelo Kerrigan

Outros filmes mais famosos são:
O casamento de Muriel – trilha sonora do Abba, a Muriel mora na Gold Coast e depois foge pra Sydney
Priscila, a rainha do deserto – travestis vão fazer show em Alice Springs
Mad Max – também no deserto, a voz do Mel Gibson foi dublada na versão americana porque os produtores acharam que o sotaque australiano dele era difícil de entender
Strictly Ballromm – casal compete no Pan Pacific Grand Prix de dança de salão, dirigido pelo Baz Luhrmann, mesmo de Australia
Wolf Creek – esse é de terror, backpackers vão visitar uma isolada cidade no Outback onde caiu um meteorito, mas o carro estraga, eles vão passar a noite no meio do nada e um cara estranho oferece ajuda…. alguns backpackers que eu conheci iam lá visitar as filmagens, em conversa de backpacker sempre rola a questão de se é verdade ou não…
Australia – aristocrata inglesa meets australiano roots, filmado no norte australiano, mostra o bombardeio de Darwin
Crocodilo Dundee – o astraliano estereotipado vai pra Nova Iorque, clássico da sessão da tarde

casamento da amiga da muriel

crocodilo dundee

 E pra quem quer conhecer o assunto a fundo mesmo ou simplesmente fazer um intensivo de sotaque ozzie, aí vai a lista dos filmes australianos que eu nunca tinha ouvido falar, compilados por um deles:
Chopper
Crackerjack
Fat Pizza
Procurando Nemo – no Sydney Harbour
Gallipoli
Happy Feet
Jindabyne
Kenny
Lantana
Last train to Freo – esse é no trem de Perth
Romper stomper
Strange bedfellow
The Dish
The Jammed
The Rabbit-Proof Fence
The Wog Boy
The man from snowy river
Two hands

clique aqui para ler o post Mary e Max – animação australiana

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